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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Ibama já apreendeu 4.370m³ de madeira em operação 'Hiléia Pátria'

Ibama já apreendeu 4.370m³ de madeira em operação 'Hiléia Pátria'

Operação também ocorre no Pará, Mato Grosso, Amazonas e Rondônia.
Segundo Ibama, madeira apreendida será doada para comunidades.

Madeira apreendida ibama (Foto: Divulgação)


Até o momento, foram apreendidos no Maranhão mais de 4.370m³ de madeira, o equivalente a 110 carretas lotadas, e aplicadas multas que ultrapassam os R$ 2,3 milhões, na operação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) batizada de "Hiléia Pátria". O objetivo da ação é combater o desmatamento ilegal em áreas protegidas federais na Amazônia, também presentes nos Estados do Pará, Mato Grosso, Amazonas e Rondônia.
As outras apreensões foram: quatro tratores, três armas, três caminhões e 16 serrarias. Na etapa ostensiva, iniciada em junho/2013, a operação passou por vários municípios do entorno das Terras Indígenas Auto Turiaçu, Awá e Caru, sendo as duas últimas limítrofes com a Reserva Biológica do Gurupi. A extensão total dessas áreas federais é de 10.898,53 hectares.
Atualmente sediada em Buriticupu, importante pólo madeireiro situado ao lado da Reserva Biológica, a "Hiléia Pátria" mantém bases em vários municípios da região, onde agentes do Ibama ocupam áreas protegidas com histórico de exploração ilegal de madeira.
Participam também da operação "Hiléia Pátria" o Batalhão de Polícia Ambiental - BPA/MA, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio e Fundação Nacional do Índio – Funai.
Serrarias e equipamentos também foram apreendidos pelo Ibama (Foto: Divulgação)Serrarias  também foram apreendidas pelo Ibama (Foto: Divulgação)

 

Homem é preso após tentar extorquir delegado em Coroatá


 

Homem é preso após tentar extorquir delegado em Coroatá

Detido por suspeita de aplicar golpes, ele ofereceu R$ 4 mil para ser solto.
Delegado Reno Cavalcante o autuou por corrupção ativa.

 A Polícia Civil de Coroatá prendeu um rapaz de Teresina, que aplicava golpes contra idosos em caixas eletrônicos. Para não ser indiciado, o suspeito teria oferecido R$ 4 mil ao delegado, que gravou a tentativa de suborno. Ele foi preso por corrupção ativa.

De acordo com o delegado Reno Cavalcante, ele oferecia ajuda em agências bancárias. Pegava o cartão, fazia saques e entregava um cartão ao aposentado, que não era o verdadeiro. "Na devolução, ele trocava os cartões, dava um vencido e ficava com o cartão da vítima. Posteriormente, fazia empréstimos nesse cartão, causando graves prejuízos financeiros à vítima. Ele foi apreendido com vários cartões bancários e uma certa quantia em dinheiro. Para a polícia civil está configurado o crime de estelionato", afirmou o delegado Reno Cavalcante.

Depois de perceber que seria indiciado pelo crime de estelionato, o homem tentou livrar-se da cadeia subornando o delegado de Coroatá, oferecendo R$ 4 mil. Ao ficar detido, ele começou a perguntar sobre o comportamento do delegado. Depois, disse que queria uma conversa particular.

Rapidamente, ligou para vários comparsas pedindo dinheiro. Ao telefone, ele perguntou a uma mulher se ela tinha dinheiro guardado. A mulher disse ter R$ 1,5 mil. Depois, pediu que ela ligasse para uma pessoa identificada como 'Zé', para que este arranjasse mais R$ 2 mil. Ele mesmo liga em um segundo momento para "Zé", dizendo que precisava de ajuda, pois estava no 'hospital'.

Ao juntar os R$ 4 mil, pediu o número da conta do delegado para fazer a transferência. "Nós disponibilizamos uma conta do Banco do Brasil de um funcionário da delegacia, e ele fez a transferência. Nesse momento, eu o autuei pelo crime de corrupção ativa. É um crime de natureza grave, cuja pena é de dois a 12 anos de prisão", disse Reno Cavalcante.

Protegi um perseguido político, como a presidente foi, diz Saboia

Protegi um perseguido político, como a presidente foi, diz Saboia

Diplomata foi o responsável por trazer senador boliviano ao Brasil.
Ao desembarcar em Brasília, Saboia afirmou que optou 'pela vida'. 

26/08/2013 08h55 - Atualizado em 26/08/2013 10h25

Protegi um perseguido político, como a presidente foi, diz Saboia

Diplomata foi o responsável por trazer senador boliviano ao Brasil.
Ao desembarcar em Brasília, Saboia afirmou que optou 'pela vida'.

Do G1, em Brasília
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Diploamta Eduardo Saboia dá entrevista ao desembarcar em Brasília (Foto: Reprodução/TV Globo)Diplomata Eduardo Saboia dá entrevista ao
desembarcar em Brasília (Foto: Reprodução/
TV Globo)
Eduardo Saboia, diplomata brasileiro que assumiu ter sido o responsável por trazer o senador boliviano Roger Pinto para o país, disse na madrugada desta segunda-feira (26) que, ao tomar a decisão, quis proteger "um perseguido político, como a presidenta Dilma foi perseguida". Saboia fez a afirmação ao desembarcar no aeroporto de Brasília no início da madrugada.
O senador Roger Pinto chegou no domingo (25) a Brasília após deixar La Paz com um carro da Embaixada brasileira. O senador estava asilado na embaixada brasileira na Bolívia havia mais de um ano, alegando perseguição política do governo Evo Morales. A vinda dele ao país não havia sido autorizada nem pelo governo boliviano nem pelo brasileiro.
"Eu escolhi a vida. Eu escolhi proteger uma pessoa, um perseguido político, como a presidenta Dilma foi perseguida", afirmou Saboia no aeroporto de Brasília. Ele foi chamado pelo Itamaraty para prestar esclarecimento.
 Em entrevista ao Fantástico de domingo, Saboia admitiu que foi dele a decisão de trazer o senador boliviano ao Brasil. (Veja a entrevista no vídeo ao lado)
No aeroporto, Saboia foi perguntado sobre o que esperava do Itamaraty. "Não sei, vamos ver", respondeu.
"Eu escolhi a porta estreita e lutei o bom combate. Eu não me omiti. Eu optei pela vida e eu salvei a honra do meu país, que eu defendo sempre", concluiu.
Entrevista
No Fantástico, Saboia disse que conduziu a operação de trazer Roger Pinto "pois havia o risco iminente à vida e à dignidade do senador".
"Havia uma violação constante, crônica de direitos humanos, porque não havia perspectiva de saída, não havia negociação em curso e havia um problema de depressão que estava se agravando. Tivemos que chamar um médico e ele começou a falar de suicídio, ele dizia constantemente que queria que nós o tirássemos de lá e advogados dele também dizendo isso", afirmou o diplomata brasileiro.
Cronologia_senador_boliviano VALE ESSA (25/08) (Foto: Editoria de Arte/G1)
Saboia disse que percebeu que o quadro do político podia degenerar porque Pinto "passou 452 dias em um cubículo" ao lado de sua sala. "Eu me sentia como se tivesse o DOI-Codi [orgão de repressão da ditadura militar] ao lado da minha sala de trabalho. Um confinamento prolongado e sem perspectivas."
O diplomata disse que tentou negociar a vinda do senador ao Brasil sem sucesso e falou que faltou "empenho" para solucionar o caso. "Eu estive em Brasília duas vezes, dizendo que a situação estava ruim. Pedi para sair de La Paz, porque disse que não ia compactuar com uma situação que atenta à dignidade da pessoa humana e à honra do meu país", afirmou. "Eu não preciso de instruções específicas para situações de urgência."
Saboia disse que houve um pedido do Itamaraty para que ele não desse declarações logo que chegou ao Brasil com o político boliviano, mas afirmou que mudou de ideia após o órgão soltar uma nota mencionando o seu nome.
O Itamaraty não quis comentar as declarações do diplomata.
Roger Pinto saiu da Embaixada brasileira em La Paz às 15h da sexta-feira (23). Foram usados dois carros da representação brasileira. O da frente, com fuzileiros navais, fazia a segurança do outro veículo, que trazia o senador boliviano ao lado do diplomata brasileiro Eduardo Saboia, encarregado de negócios da representação. Foram percorridos 1.600 km em direção a Corumbá (MS). A viagem até a fronteira durou 22 horas.
Na chegada ao Brasil, Roger Pinto disse que fez "boa viagem". "Devo agradecer a todo o Brasil e suas autoridades”.
Questionado se temia o fato de ter vindo ao Brasil sem a Bolívia conceder salvo-conduto, documento que garante o livre trânsito em determinado território, e se isso podia atrapalhar as negociações para asilo político, Pinto preferiu não responder e disse "esperar um momento oportuno" para falar, "uma vez que conheça a decisão das autoridades". "Espero que continue meu asilo, eu tenho asilo e espero que continue", afirmou.
Neste domingo, a ministra boliviana da Comunicação, Amanda Davila, disse que a ida do senador boliviano ao Brasil não afetará as relações com o país. "Este caso não afeta as relações com o Brasil. Relações entre a Bolívia e o Brasil são mantidas em uma situação de absoluta cordialidade e respeito", disse a ministra, numa conferência de imprensa no Palácio do Governo da Bolívia.
No sábado (24), Amanda havia dito que se Pinto não estivesse mais na Bolívia, ele deixaria de ter status de refugiado e passaria a ser considerado "foragido da Justiça, sujeito à extradição".
Pareceres contrários
Em junho deste ano, a Advocacia-Geral da União (AGU), a Procuradoria Geral da República (PGR) e o Itamaraty se posicionaram contra a ajuda ao senador boliviano Roger Pinto, que queria deixar a Bolívia rumo ao Brasil. As informações prestadas pelo secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, Eduardo dos Santos, estão inclusas nos pareceres e balizaram posicionamentos da AGU e da PGR encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF) em uma ação apresentada pelo político boliviano.
No processo protocolado no dia 16 de maio no STF, a defesa do senador questionou a atuação do governo brasileiro na resolução de seu caso e pediu um carro para deixar a Bolívia. O advogado Tibúrcio Peña afirmou que o senador teve direito de circulação restrito e que não podia ter contatos externos por determinação do governo brasileiro. O documento cita ainda que o Itamaraty, órgão do governo que negocia a situação do senador, agia com "inércia", contrariando tratados internacionais.
Acionadas pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello, relator do habeas corpus pedido pela defesa de Pinto, a AGU e a PGR se manifestaram contra possibilidade de governo brasileiro conceder carro diplomático ao senador com base em informações do Itamaraty. Marco Aurélio informou ao G1 neste domingo (25) que vai arquivar o processo porque houve "perda de objeto".
"Com a vinda do senador para o Brasil, o objeto está prejudicado, já que o habeas corpus pedia a saída da Bolívia", disse.
O secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, Eduardo dos Santos, informou à AGU que a vinda de Roger Pinto sem o salvo-conduto poderia “anular o efeito prático do asilo”.
“Uma decisão que determine a saída do senador Roger Pinto Molina da Embaixada sem a concessão de salvo-conduto e de garantias de segurança pelas autoridades bolivianas, por sua vez, impossibilitaria o Brasil de conceder qualquer forma de proteção jurídica ao senador, tornando sem qualquer efeito prático o asilo diplomático concedido, que desapareceria ipso facto”, diz no parecer da AGU.

 

Ocupantes do Residencial Nossa Terra começam a ser retirados

Ocupantes do Residencial Nossa Terra começam a ser retirados

Ação de reintegração de posse foi proposta pela Caixa no dia 27 de março.
Mais de 3 mil famílias que invadiram as unidades do Residencial.

 

Nesta segunda-feira (26), as mais de 3 mil famílias que invadiram as unidades habitacionais do Residencial Nova Terra, em São José de Ribamar, começam a ser retiradas dos imóveis. O residencial é composto por 4.250 unidades habitacionais construídas por meio do programa Minha Casa, Minha Vida.
Até o dia 1º de setembro, a Polícia Federal cumprirá o mandado de reintegração de posse dos imóveis, conforme sentença judicial proferida dia 28 de março deste ano. As casas foram construídas por meio do programa Minha Casa, Minha Vida e precisam ser desocupadas para serem entregues aos contemplados. As famílias alegam que ocuparam as casas porque não têm onde morar.
As famílias prometem resistir à ação da polícia, e alegam que invadiram as casas porque não têm onde morar. "Nós estamos tendo uma reintegração de posse ilegal. Não vamos aceitar, o povo está reunido, não vamos sair daqui, se tiver um trabalho sério nós aceitamos, mas desse jeito não. Existem uma série de irregularidades no programa ‘Minha Casa,  Minha Vida’ e por isso não vamos sair daqui", declarou Ademar Peixoto, um dos ocupantes.
Ação de reintegração de posse foi proposta pela Caixa no dia 27 de março. (Foto: Alex Barbosa/TV Mirante)Ação de reintegração de posse foi proposta pela Caixa no dia 27 de março. (Foto: Alex Barbosa/TV Mirante)
Pelo menos 400 pessoas das polícias Federal (PF) e Militar (PM), da Caixa Econômica Federal (CEF), do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBM), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e oficiais de Justiça participarão da Operação Zodíaco, posta em execução para retirar famílias que ocuparam irregularmente os imóveis do Residencial Nova Terra.
“Pedimos que os invasores saiam de forma pacífica. Não temos interesse em entrar em conflito com eles”, disse o delegado Alexandre Lucena, superintendente em exercício da PF no Maranhão e coordenador da operação. A PF acompanhará os oficiais de Justiça durante a reintegração de posse. O Batalhão de Choque, a Cavalaria e o Grupo Tático Aéreo (GTA) da PM estarão a postos para coibir tentativas de resistência e atos de violência.
A ação de reintegração de posse foi proposta pela Caixa no dia 27 de março deste ano, após a ocupação irregular por famílias que não foram sorteadas para receber os imóveis. A invasão começou no dia 24 de março. No dia 28 de março, foi proferida sentença favorável à CEF e, mesmo havendo dois advogados representando os moradores, não há qualquer recurso pedindo a anulação da sentença, por isso a PF cumprirá a decisão de reintegração de posse.

População reclama de dificuldade para registrar ocorrência após às 18h Outra reclamação se refere à falta de segurança nos locais. Em São Luís, as delegacias distritais funcionam das 8h à s 18h.

População reclama de dificuldade para registrar ocorrência após às 18h

Outra reclamação se refere à falta de segurança nos locais.
Em São Luís, as delegacias distritais funcionam das 8h à

s 18h.

 

Vítimas de assalto reclamam da falta de segurança e da dificuldade para registrar um boletim de ocorrência após às 18h, em São Luís.
Uma mulher, que só aceitou gravar entrevista sem mostrar o rosto, disse que foi assaltada quando entrava no carro.Ela conta que ficou mais revoltada porque tudo se passou a poucos metros da delegacia do bairro do São Francisco. "Às vezes tu chega lá, bate, está tudo tudo no escuro. Ou, senão, a luz está acesa, mas não tem ninguém", reclama.
Ela também contou que colegas de trabalho dela foram assaltados e tentaram registrar ocorrência por volta das 18h. Encontraram as portas da delegacia fechadas.
Segundo a Secretaria de Segurança, as delegacias distritais funcionam das 8h às 18h. A partir desta hora, o atendimento só pode ser feito pelos plantões centrais. Hoje, na ilha de São Luís, existem cinco plantões da Polícia Civil: na Beira Mar, Cohatrac, Vila Embratel, Cidade Operária e o Plantão Especial de Repressão à Poluição Sonora, no Centro.

Corpo é encontrado em porta de loja no bairro da Cohama, em São Luís

Homem, que ainda não foi identificado, foi morto a facadas
Corpo foi achado em frente à loja, na manhã desta segunda (26).

Um homem foi assassinado em frente à Lojas Americanas, do bairro da Cohama, na Avenida Daniel de La Touche, em São Luís. A vítima foi morta a facadas durante a madrugada, e o corpo foi descoberto na manhã desta segunda-feira (26). A polícia está no local e informou que a vítima, possivelmente, trabalhava como guardador de carros na região. O caso será investigado.

De acordo com o delegado da Polícia Civil, Fernando Pereira, o crime foi, provavelmente, cometido por mais de uma pessoa. “A vítima era flanelinha e que era conhecido como Teco, ele foi assassinado com vários golpes de faca e não teria sido só um executor. Ele estava numa rota de fuga, o sangue forma uma trilha. Com certeza foram mais de um autores", declarou.
Homem foi morto a tiros e corpo foi encontrado em porta de loja na Cohama. (Foto: Jorge Martins/Imirante)Homem foi morto a facadas e corpo foi encontrado em porta de loja na Cohama. (Foto: Jorge Martins/Imirante)

 

25/08/2013 10h36 - Atualizado em 26/08/2013 08h10 Primo é suspeito de estuprar criança de três anos, em São Luís


 

Primo é suspeito de estuprar criança de três anos, em São Luís

Crime ocorreu no bairro da Fé em Deus, conforme boletim de ocorrência.
Primo da vítima tem apenas 16 anos. Caso foi encaminhado à DPCA.

 

Uma criança de apenas três anos foi violentada sexualmente pelo próprio primo, um adolescente de 16 anos. Conforme boletim de ocorrência registrado pela mãe da vítima, no plantão Central da Rffsa, o crime teria ocorrido às 17h deste sábado (24), na Rua José Ribamar Prado, no bairro da Fé em Deus, em São Luís.
O adolescente é morador da Rua Cajueiro, na Santa Bárbara, e teria ido à casa da criança para visitar a família. O caso foi encaminhado para à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

Se confirmado o ato criminoso, o adolescente responderá pelo crime de estupro de vulnerável, com pena de reclusão de 8 a 15 anos, que se caracteriza pela prática de qualquer ato libidinoso com menor de 14 anos, ou com pessoa (de qualquer idade) que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento, ou não pode oferecer resistência.