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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Ministério Público aciona o prefeito Madeira e empresários por “Contrato Irregular”

Ministério Público aciona o prefeito Madeira e empresários por “Contrato Irregular”

09/09/2013 às 18:10 em Justiça
Negociação movimentou aproximadamente R$ 18 milhões, diz promotor de justiça.
MADEIRA_PREOCUPADO
Prefeito Sebastião Madeira (PSDB)
Imperatriz - Devido a irregularidades atestadas no contrato de prestação de serviços firmado pelo Município de Imperatriz com a empresa de publicidade Open Door Comunicação LTDA, em 29 de maio de 2009, o Ministério Público do Maranhão (MPMA) propôs, em 5 de setembro de 2013, Ação Civil Pública de improbidade administrativa contra o prefeito Sebastião Madeira, a Open Door Comunicação e os empresários Paulo Sérgio da Silva e Dayse Maria Moraes, sócios da empresa. Ajuizou a ação o promotor de justiça Albert Lages Mendes.
Consta nos autos que foi firmado entre a prefeitura e a agência de publicidade contrato no valor de R$ 3 milhões, sendo estabelecido um prazo de vigência de 12 meses e possibilidade de prorrogação por mais seis meses. Entre serviços da área de publicidade, o contrato também previa ações de assessoria de imprensa e relações públicas, locação e montagem de palcos.
Em 29 de abril de 2010, foi sancionada a Lei nº 12.232, que proibiu que os contratos de publicidade contivessem serviços de assessoria de comunicação e relações públicas, além de eventos festivos de qualquer natureza. Segundo a lei, estes serviços deveriam ser contratados mediante procedimentos licitatórios próprios. Outro detalhe é que as normas estabelecidas teriam efeito imediato, sendo aplicados a contratos em fase de execução.
De acordo com o promotor de justiça, em razão da lei, o contrato firmado entre a Prefeitura de Imperatriz e a Open Door teria que sofrer obrigatoriamente uma redução do objeto contratado,  pois a empresa não poderia mais prestar os serviços de assessoria de imprensa, relações públicas, locação e montagem de palcos e publicidade legal. No entanto, a alteração contratual não ocorreu.
O MPMA também constatou que, em 29 de dezembro de 2009, foi firmado um termo de aditivo aumentando em 25%, sem qualquer justificativa, o valor inicialmente pactuado do contrato, ou seja, em R$ 750 mil. Outro aditivo foi assinado em 8 de dezembro de 2010, também em 25%, correspondendo a mais R$ 750 mil, publicado no Diário Oficial do Estado em 16 de dezembro de 2010.
Albert Lages Mendes afirma que, conforme declaração do Sindicato das Agências de Propaganda do Maranhão, a alteração da tabela de preços de serviços das agências ocorreu em 2010 e permaneceu inalterada até junho de 2013. Sendo assim, o primeiro aditivo, já no valor máximo permitido por lei, ocorreu antes da alteração da tabela.
O promotor de justiça acrescenta que, em documento apresentado em 26 de novembro de 2010, o município informou que a Open Door vinha mantendo descontos sobre os serviços constantes na tabela do sindicato, o que não justifica, portanto, a concessão de aditivo em 8 de dezembro de 2010.
Argumentação igual foi apresentada para as prorrogações de contrato assinadas em 28 de maio de 2010, 23 de dezembro de 2010 e 12 de dezembro de 2011.
Igualmente em documentação encaminhada pela prefeitura à Promotoria de Justiça, a administração explicou que teria sido realizada uma cotação no mercado e que a empresa Open Door ofereceu o menor preço global. Não apresentou, contudo, o procedimento, tampouco esclareceu como foi feita a cotação e quais empresas foram consultadas.
Segundo o MPMA, ao todo, o prefeito Sebastião Madeira celebrou cinco prorrogações de contrato, além de dois aditivos, sem que fizesse a alteração do documento, reduzindo os serviços, ou realizasse consulta de preços junto a outras empresas do ramo, como determina a lei. Portanto, com todas as prorrogações e aditivos no contrato, o Município teria pago a Open Door quase R$ 18 milhões.
“O primeiro aditivo foi pactuado em dezembro de 2009, sete meses após a contratação da empresa e às vésperas da prorrogação do contrato, o que demonstra que houve um favorecimento à empresa, ampliando os valores que seriam recebidos por ela, sem que houvesse uma justificativa plausível, tomando-se em conta que não houve comprovação do acréscimo da demanda, não havia ocorrido alteração nos valores da tabela de serviços e o objeto do contrato deveria ser reduzido”, afirmou o promotor de justiça.
PUBLICIDADE LEGAL E INSTITUCIONAL
Igualmente estava prevista no contrato a produção e distribuição de publicidade legal, que é a publicação de atos legais oficiais, e se difere da publicidade institucional, atividade complexa prestada por agência de publicidade. Por isso, deveriam ser celebrados dois contratos para as referidas atividades. “O serviço de produção (diagramação e editoração de publicidade legal, bem como suas impressões nas edições no Diário Oficial ou em jornais do município não se inclui nos serviços de publicidade conforme a Lei nº 12.232/11”, afirmou o promotor de justiça, na ação.
Albert Lages Mendes ressaltou, ainda, que o Decreto nº 6.555/08 excluiu do âmbito  de atuação das agências de propaganda a publicidade legal veiculada nos órgãos oficiais dos entes federados. “Assim, é preciso dizer que o prefeito não poderia ter permitido a inclusão no contrato os serviços de publicidade legal”.
PRORROGAÇÃO DE CONTRATO
Outra irregularidade observada é que a prorrogação dos contratos, segundo a Lei nº 8666/93, não deve ser automática, mas “com vistas a obtenção de preços e condições mais vantajosas para a administração”.
IMPROBIDADE
Para Albert Lages, devido a todos os procedimentos irregulares, incluindo as prorrogações ilegais do contrato, o prefeito Sebastião Madeira impediu a realização de procedimento de licitação para prestação de serviços de publicidade à prefeitura, privilegiando a Open Door, causando prejuízos aos cofres públicos, porque outras agências poderiam ter tido a oportunidade de apresentar valores mais interessantes à administração. “O prefeito feriu os princípios que devem reger a administração pública”, enfatizou.
O promotor de justiça afirmou que os sócios da Open Door Comunicação, Paulo Sérgio da Silva e Dayse Maria Moraes, são co-autores dos atos de improbidade administrativa praticados pelo prefeito, porque se aproveitaram das prorrogações ilegais ferindo o princípio constitucional da isonomia. “A Open Door, bem como os seus sócios, usufruíram diretamente dos recursos públicos decorrentes da ilegalidade praticada pelo gestor”.
PEDIDOS
O MPMA pede à Justiça que os réus sejam condenados por improbidade administrativa, de acordo com a Lei nº 8.429/92.
Foi solicitada a suspensão  dos direitos políticos do prefeito Sebastião Madeira, pelo período de cinco a oito anos; a perda de qualquer função pública que estiver exercendo ao tempo da execução da sentença, pelo mesmo período da suspensão; ressarcimento integral do dano material, em prol do erário municipal; no valor de R$ 15 milhões; pagamento de multa civil de duas vezes o valor do dano; proibição de contratar com o Poder Público, receber benefícios fiscais e creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa ou qual seja sócio majoritário pelo prazo de cinco anos.
A 6ª Promotoria de Justiça Especializada de Imperatriz requereu também que a Empresa Open Door seja condenada ao ressarcimento integral do dano, no valor de R$ 15 milhões; ao pagamento de multa civil de duas vezes o valor do dano; proibição de contratar com o Poder Público, receber benefícios fiscais e creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa ou qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.
Como penalidade aos sócios Paulo Sérgio da Silva e Dayse Maria Moraes, o Ministério Público solicitou o ressarcimento integral do dano; pagamento de duas vezes o valor do dano; proibição de contratar com o Poder Público, receber benefícios fiscais e creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa ou qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

Idoso que estava desaparecido é encontrado morto na “Colônia”, em Açailândia

Idoso que estava desaparecido é encontrado morto na “Colônia”, em Açailândia

10/09/2013 às 09:28 em Polícia
Segundo familiares, o idoso enfrentava sérios problemas de saúde.
Um morador da Vila Ildemar identificado como João Ferreira de Sousa (66), conhecido como “João Caititu” que se encontrava desaparecido desde o último sábado (7) foi encontrado morto na tarde desta segunda-feira (10) no povoado colônia, distrito de Açailândia.
Segundo informações colhidas no local do achado, o idoso enfrentava sérios problemas de saúde, inclusive tomava remédio controlado. Desde a data do desaparecimento, familiares estavam a procura do mesmo.
Peritos foram ao local onde fizeram os primeiros levantamentos para tentar descobrir o que causou a morte do aposentado, já que o mesmo não tinha nenhuma lesão no corpo.
O corpo foi encaminhado ao instituto médico legal (IML) de Imperatriz onde será submetido a exames de praxe que apontará a “causa mortes”.
Todos os detalhes desse caso no Açailândia Urgente da TV CIDADE CANAL 5 (BAND) desta terça-feira (10), com Antonio Marcos; Antonio Martins e Alexssandro BBZÃO.

Prefeito de Imperatriz é alvo de ação por contrato irregular

Prefeito de Imperatriz é alvo de ação por contrato irregular

MPMA propôs Ação Civil Pública de improbidade contra o prefeito.
Município teria firmado contrato irregular com empresa de publicidade.

Devido a irregularidades atestadas no contrato de prestação de serviços firmado pelo município de Imperatriz com a empresa de publicidade Open Door Comunicação LTDA, em 29 de maio de 2009, o Ministério Público do Maranhão (MPMA) propôs, em 5 de setembro de 2013, Ação Civil Pública de improbidade administrativa contra o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, a Open Door Comunicação e os empresários Paulo Sérgio da Silva e Dayse Maria Moraes, sócios da empresa. Ajuizou a ação o promotor de justiça Albert Lages Mendes.

Segundo o MPMA, ao todo, o prefeito Sebastião Madeira celebrou cinco prorrogações de contrato, além de dois aditivos, sem que fizesse a alteração do documento, reduzindo os serviços, ou realizasse consulta de preços junto a outras empresas do ramo, como determina a lei. Portanto, com todas as prorrogações e aditivos no contrato, o Município teria pago a Open Door quase R$ 18 milhões.
Contrato Irregular
Consta nos autos que foi firmado entre a prefeitura e a agência de publicidade contrato no valor de R$ 3 milhões, sendo estabelecido um prazo de vigência de 12 meses e possibilidade de prorrogação por mais seis meses. Entre serviços da área de publicidade, o contrato também previa ações de assessoria de imprensa e relações públicas, locação e montagem de palcos.
Em 29 de abril de 2010, foi sancionada a Lei nº 12.232, que proibiu que os contratos de publicidade contivessem serviços de assessoria de comunicação e relações públicas, além de eventos festivos de qualquer natureza. Segundo a lei, estes serviços deveriam ser contratados mediante procedimentos licitatórios próprios. Outro detalhe é que as normas estabelecidas teriam efeito imediato, sendo aplicados a contratos em fase de execução.
De acordo com o promotor de Justiça, em razão da lei, o contrato firmado entre a Prefeitura de Imperatriz e a Open Door teria que sofrer, obrigatoriamente, uma redução do objeto contratado,  pois a empresa não poderia mais prestar os serviços de assessoria de imprensa, relações públicas, locação e montagem de palcos e publicidade legal. No entanto, a alteração contratual não ocorreu.
O MPMA também constatou que, em 29 de dezembro de 2009, foi firmado um termo de aditivo aumentando em 25%, sem qualquer justificativa, o valor inicialmente pactuado do contrato, ou seja, em R$ 750 mil. Outro aditivo foi assinado em 8 de dezembro de 2010, também em 25%, correspondendo a mais R$ 750 mil, publicado no Diário Oficial do Estado em 16 de dezembro de 2010.
Albert Lages Mendes afirma que, conforme declaração do Sindicato das Agências de Propaganda do Maranhão, a alteração da tabela de preços de serviços das agências ocorreu em 2010 e permaneceu inalterada até junho de 2013. Sendo assim, o primeiro aditivo, já no valor máximo permitido por lei, ocorreu antes da alteração da tabela.
O promotor de Justiça acrescenta que, em documento apresentado em 26 de novembro de 2010, o município informou que a Open Door vinha mantendo descontos sobre os serviços constantes na tabela do sindicato, o que não justifica, portanto, a concessão de aditivo em 8 de dezembro de 2010. Argumentação igual foi apresentada para as prorrogações de contrato assinadas em 28 de maio de 2010, 23 de dezembro de 2010 e 12 de dezembro de 2011.
Igualmente em documentação encaminhada pela prefeitura à Promotoria de Justiça, a administração explicou que teria sido realizada uma cotação no mercado e que a empresa Open Door ofereceu o menor preço global. Não apresentou, contudo, o procedimento, tampouco esclareceu como foi feita a cotação e quais empresas foram consultadas.
Pedidos
O MPMA pede à Justiça que os réus sejam condenados por improbidade administrativa. Foi solicitada a suspensão  dos direitos políticos do prefeito Sebastião Madeira, pelo período de cinco a oito anos; a perda de qualquer função pública que estiver exercendo ao tempo da execução da sentença, pelo mesmo período da suspensão; ressarcimento integral do dano material, em prol do erário municipal; no valor de R$ 15 milhões; pagamento de multa civil de duas vezes o valor do dano; proibição de contratar com o Poder Público, receber benefícios fiscais e creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa ou qual seja sócio majoritário pelo prazo de cinco anos.
A 6ª Promotoria de Justiça Especializada de Imperatriz requereu também que a Empresa Open Door seja condenada ao ressarcimento integral do dano, no valor de R$ 15 milhões; ao pagamento de multa civil de duas vezes o valor do dano; proibição de contratar com o Poder Público, receber benefícios fiscais e creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa ou qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.
Como penalidade aos sócios Paulo Sérgio da Silva e Dayse Maria Moraes, o Ministério Público solicitou o ressarcimento integral do dano; pagamento de duas vezes o valor do dano; proibição de contratar com o Poder Público, receber benefícios fiscais e creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa ou qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

Hospital do município de Timbiras é alvo de vândalos

Hospital do município de Timbiras é alvo de vândalos

Vândalos destruíram portão da prefeitura e agência bancária.
Três adolescentes foram apreendidos pela polícia.

Do G1 MA com informações da TV Mirante
Uma nova manifestação em Timbiras terminou em vandalismo durante o fim de semana. Vândalos destruíram as janelas do hospital municipal, o portão da prefeitura e os caixas da agência do Banco do Brasil do município.

No dia 22 de agosto, três homens foram presos por incentivar jovens a quebrar vidraças do hospital do município. A frente da prefeitura também foi alvo do vandalismo.
Desta vez, o portão da prefeitura foi  derrubado e as janelas do Hospital Municipal Vitoriano Abdala foram quebradas. A agência do Banco do Brasil foi atingida e amanheceu fechada nessa segunda-feira (9).

A polícia civil apreendeu seis adolescentes suspeitos de participar da confusão, mas todos já foram liberados. Todos eles confessaram que participaram do quebra-quebra. A polícia investiga participação de outras pessoas nos crimes.

Síria aceita pôr arsenal químico sob controle internacional, diz agência

Síria aceita pôr arsenal químico sob controle internacional, diz agência

Informação é da agência russa Interfax, que cita o chanceler sírio.
Proposta poderia impedir o ataque americano ao regime sírio.

  Síria aceitou a proposta russa de colocar suas armas químicas sob controle internacional, disse a agência russa Interfax, citando o ministro de Relações Exteriores da Síria, Walid al-Moualem.

"Tivemos uma frutífera rodada de negociações com o ministro de Relações Internacionais (russo) Sergei Lavrov ontem (segunda), e ele propôs uma iniciativa relacionada às armas químicas. E à noite nós concordamos com a iniciativa russa", disse Moualem, de acordo com a Interfax.
A proposta pode evitar o possível ataque militar dos EUA ao regime do presidente sírio Bashar al-Assad, acusado pelo Ocidente de ter matado ao menos 1.429 civis com um ataque químico, nos subúrbios de Damasco, em 21 de agosto.
Acompanhe a cobertura em tempo real.
Assad nega responsabilidade e acusa os rebeldes que tentam derrubar seu governo, em uma sangrenta guerra civil que já matou mais de 110 mil pessoas em 30 meses.
O chanceler disse que a Síria concordou porque a iniciativa iria "retirar os fundamentos para uma agressão norte-americana", segundo a agência.
Pouco antes, o Kremlin anunciou que a proposta russa sobre armas químicas foi discutida entre o presidente Vladimir Putin e seu colega americano Barack Obama, às margens da reunião de cúpula do G20, em São Petersburgo, na semana passada.
Os EUA afirmam que levam a proposta russa a sério, mas advertem para que ela não seja usada como "manobra protelatória".
Ao mesmo tempo, a França anunciou que vai propor uma resolução vinculante, no Conselho de Segurança da ONU, para definir como pode ser feito esse monitoramento do arsenal sírio.

Pedófilo é preso em São Luis Gonzaga do Maranhão

Pedófilo é preso em São Luis Gonzaga do Maranhão

etupradorInvestigadores da 16ª Delegacia Regional de Bacabal deram cumprimento ao mandado de prisão em desfavor de José Nilson Marcolino dos Santos, de 47 anos, suspeito de abusar da enteada de 12 anos.
O crime, segundo a polícia, vinha ocorrendo há cerca de um ano, na cidade de São Luís Gonzaga do Maranhão.
Com base nas informações da polícia, as denúncias de violência sexual foram encaminhadas ao Conselho Tutelar do município. O suspeito era casado com a mãe da vítima há 11 anos e há cerca de um ano vinha praticando os abusos.
José Nilson foi preso na manhã dessa segunda-feira (9), durante incursões realizadas no povoado Bom União, zona rural de São Luís Gonzaga do Maranhão.
Ainda segundo a delegada Noemia Maciel Maia, os abusos sofridos foram confirmados no exame de Conjunção Carnal. “Além dos exames, José Nilson confessou em depoimento a autoria do crime”, comentou.
Após os procedimentos, José Nilson foi conduzido para o Presídio de Bacabal, onde ficará custodiado.

“Galego” é executado com 40 tiros no município de Tuntum

“Galego” é executado com 40 tiros no município de Tuntum

galegoUm homem conhecido como “Galego” foi executado por volta das 8h da manhã desta segunda-feira (9), no povoado Belém, no município de Tuntum.
“Galego” estava pilotando uma moto bros quando foi abordado por um veículo Gol de cor preta, com quatro homens. A vítima foi atingida por 40 disparos de arma de fogo. O seu rosto ficou dilacerado quase por completo.
Segundo informações de testemunhas, os executores se deslocaram até o corpo da vítima e retiraram a arma que estava em sua cintura. Depois, manobraram o carro e fugiram do local.
Galego é suspeito de participação na morte do ex-deputado Edilson Peixoto, no município de Dom Pedro. Os outros suspeitos do crime são “Vandim” e “Tonho Diego”.

Prefeitura impede obra do Governo na Vila Luizão

Prefeitura impede obra do Governo na Vila Luizão

pagamento da licençaA prefeitura de São Luís não faz e não deixa os outros fazerem.
Mais uma vez o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, atendendo a orientação do seu pai, o ex-deputado Edivaldo Holanda, e do seu padrinho político, Flávio Dino, mandou embargar uma obra de recuperação e pavimentação asfáltica de duas importantes ruas da Vila Luizão, na capital maranhense.
A empresa Edeconsil foi autuada na manhã desta segunda-feira, dia 09, por uma guarnição armada da Blitz Urbana, quando executava o serviço nas duas vias do bairro.
Os serviços foram liberados pela Secretaria de Infraestrutura do Estado, a pedido do vereador Antonio Marcos, o Marquinhos, e da comunidade dos bairros Luizão e Sol e Mar, que estão cansados de esperar por serviços da administração municipal que nunca chegam.
Esta é a segunda vez que a prefeitura impede que o Estado atenda o clamor da população por obras em São Luís.
Há cerca de um mês, após descobrir que o Estado havia iniciado uma obra na Areinha, a prefeitura mandou máquinas para impedir o serviço de recuperação e pavimentação de importantes ruas daquele bairro.
Na Vila Luizão, nesta segunda-feira, a empresa Edeconsil já estava na fase de escavação para fazer uma drenagem profunda e executar um serviço de recuperação completo da Avenida Mar Sol e Rua Sete. Além de aplicar a multa à empresa, guardas da Blitz Urbana derrubaram uma placa da Sinfra, que divulgava todos os serviços que seriam implantados nas duas vias.
Em seguida, duas máquinas chegaram ao local com a descu
lpa de fazer a obra. Placas da prefeitura foram espalhadas por toda extensão da avenida e no final da tarde a vala que havia sido escavada para a drenagem profunda já havia sido entupida pela prefeitura.
De acordo com o vereador Marquinhos, o próprio prefeito Edivaldo Holanda Júnior disse a ele que não teria condições de executar os serviços por falta de dinheiro e por isso recorreu ao Estado para a execução da obra.
“E como é que quando nós conseguimos um meio de beneficiar a população, a prefeitura vem e impede?”, questionou o vereador.
O curioso é que, da mesma forma que aconteceu no bairro da Areinha, a prefeitura de São Luís recebeu devidamente o recurso (R$ 9.855,43) para a licença da obra na Luizão, como mostra o documento acima.
avenida mar e solDe acordo com informações, em conversa com vereadores o prefeito Edivaldo Holanda Júnior até havia concordado em emitir os alvarás para execução de todas as obras que a Secretaria de Infraestrutura tem planejado para os bairros de São Luís, mas, depois que descobriu esse acordo, o ex-deputado Edivaldo Holanda e o presidente da Embratur, Flávio Dino, proibiram terminantemente os alvarás.
Ruim para os bairros de São Luís que deixarão de receber investimentos da ordem de R$ 10 milhões por parte do Governo do Estado.

“Está na hora de dar um tempo no Brasil Urgente”

“Está na hora de dar um tempo no Brasil Urgente”

datenaNesta segunda-feira (9), a Band reuniu a imprensa para apresentar a segunda temporada do “Quem Fica em Pé?”, mas o apresentador José Luiz Datena, 56, passou boa parte do tempo falando de seu outro programa, o “Brasil Urgente”.
Segundo ele, o motivo de ainda estar à frente do programa policial é exclusivamente porque não quer romper o contrato que tem com a emissora.
“Ainda tem público para esse tipo de programa, mas eu não estou mais no barato de fazer”, admitiu.
“Está na hora de dar um tempo”, afirmou. “Eu não me sinto mais com preparo mental para fazer, continuo porque tenho que cumprir o contrato e não tenho mais grana.”
Datena afirma que ficou “liso” depois de ter rompido contrato com a Record, onde permaneceu alguns meses. Ele foi obrigado a pagar uma indenização milionária.
“O que eu tinha que fazer na TV em termos jornalísticos, já fiz”, avaliou. “No jornalismo, já completei meu ciclo.”
“Pelo tempo de serviço, eu poderia estar em outros projetos”, disse. “As pessoas têm um prazo de validade nesse negócio.”
“É um estresse de cobertura de guerra”, garantiu. “O crime organizado está muito organizado. Se o cara aperta um botão de dentro da cadeia ele te apaga. É claro que tenho medo.”
Além do game show, cuja segunda temporada estreia no domingo (15), ele diz que gostaria de ter um talk show. Outra possibilidade que ele vislumbra seria continuar com um programa jornalístico, mas com um tom mais leve.
“Esse tipo de programa [policial] muda ou acaba”, afirmou. “O que cabe hoje é uma coisa mais bem humorada.”
Ele elogiou os concorrentes Ratinho (SBT) e Marcelo Rezende (Record), que teriam conseguido imprimir uma pegada mais engraçada a seus programas.
Sobre a estreia aos domingos, ele garantiu que foi uma opção da emissora e não dele.
“Entre jogar contra o Nadal e contra o número 160 do mundo, claro que prefiro a segunda opção”, comparou. “Não vou entrar derrotado, mas é um horário muito difícil. Eu preferia um dia de semana.”